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 Património Arqueológico

 

Ruínas Romanas de Miróbriga
 

Classificado como imóvel de interesse público desde 1940, afecto ao Instituto Português do Património Arquitectónico e Arqueológico desde 1982, o sítio arqueológico de Miróbriga situa-se nas proximidades da cidade de Santiago do Cacém.

 


 

 

A primeira notícia que se conhece sobre as ruínas de Miróbriga data do século XVI: o humanista André de Resende a elas se referiu como sendo uma povoação outrora chamada Merobrica.


No século XIX foram objecto de escavações, promovidas pelo Bispo de Beja, D. Frei Manuel do Cenáculo.


Nos anos quarenta do século XX, iniciaram-se trabalhos de pesquisa sistemáticos, orientados pelo Dr. João da Cruz e Silva, investigador natural de Santiago do Cacém.

 

 

D. Fernando de Almeida efectuou em Miróbriga diversas campanhas de escavação desde 1959 até à década de 70.

 

 

 

 

Interpretando como templos os vestígios arqueológicos detectados no Fórum, D. Fernando de Almeida defendia a tese de que Miróbriga seria um santuário com as necessárias infra-estruturas de apoio aos peregrinos: um complexo termal, habitações e um hipódromo destinado às festividades aí realizadas.

 

 

 

 

Investigadores de uma equipa luso-americana que aí trabalhou de 1981 a 1985 perfilham a opinião de que Miróbriga seria habitada, pelo menos, desde a Idade do Ferro, tendo as características comuns às cidades provinciais romanas. Dotada de um Fórum com um templo dedicado ao culto imperial, situado no centro da praça e um outro templo, possivelmente dedicado a Vénus, o aglomerado urbano possuía ainda uma zona comercial - "tabernae", que se desenvolve a sul do Fórum, e uma hospedaria. As termas, compostas por dois edifícios de cronologias diferentes, apresentam os compartimentos usuais destas construções: zona de entrada, zona de banhos frios - "frigidarium" e zona aquecida - "caldarium e tepidarium". O pavimento das salas era coberto de mármores, sendo as zonas quentes aquecidas pelo sistema de hipocausto, por onde circulava o ar quente.

 

 

 

 

Calçadas construídas de xisto atravessam o aglomerado e uniam os vários núcleos urbanos. Relativamente perto das termas pode ver-se uma ponte de um só arco de volta inteira.

 

A cerca de um quilómetro do sítio arqueológico de Miróbriga encontram-se as ruínas do único hipódromo até hoje identificado em Portugal. Destinado a corridas de carros puxados por dois ou quatro cavalos, o hipódromo media 370x75 metros. Era dividido ao meio pela "spina" e possuía uma meta em cada extremidade. Não se encontraram vestígios de bancadas, que deveriam ser construídas em madeira.

 

 

 

 

Encontra-se em pleno funcionamento o Centro de Acolhimento e interpretação, construído pelo IPPAR.

 

 


 

O Centro possui uma exposição permanente sobre o sítio, organizada de forma temática, assim como uma sala para acolhimento de grupos. O percurso da visita encontra-se devidamente sinalizado.
 
Acesso: pela EN 120 que, a partir de Santiago do Cacém sai em direcção Grândola/Lisboa.
Parque de Estacionamento para ligeiros e autocarros.
 
Horário: Terça a sábado: das 9h às 12h30 e das 14h00 às 17h30; Domingo: das 9h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h30.

 

Encerra à segunda-feira e feriados de 1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1 de Maio e 25 de Dezembro.

 


 
         Tel. +351 269 81 84 60
         Mais informação: http://www.cultura-alentejo.pt
 


Ponte romana do Barranco do Burdo
 
Localização: Cercal do Alentejo 
           

A chamada "ponte romana" do barranco do Burdo constitui certamente uma construção medieval praticamente desconhecida. 

Apresenta um único arco formado por lajes de xisto ligadas por argamassa e um chão de pesadas lajes, cintadas por um travamento vertical, de grande robustez. Está ameaçada por um vão recente – uma manilha – que lhe foi adossado.
 
 

Ponte de Alvalade


A ponte de Alvalade é uma construção medieval, constituída por um tabuleiro estreito, assente em cinco arcos de diferentes dimensões, com talhamares e contrafortes dispostos no sentido de quebrarem o impacto das águas da ribeira de Campilhas, que na altura da construção passava pelo local, mas que hoje se encontra desviada do seu leito original.

 


 

Foi alvo de uma recuperação por parte da Câmara Municipal de Santiago do Cacém e da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, (2001) resultando desta acção a descoberta fortuita de um marco da antiga Ordem Militar de Santiago de Espada, que pode ser datado dos séculos XVI/XVII. 

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