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SUMMARY:Emcena apresenta a peça "50 Madrugadas" pela companhia da Esquina
DESCRIPTION:O projeto EmCena apresenta no mês de maio a peça 50 Madrugadas” pela companhia da Esquina\,  a partir da obra poética de Ary dos Santos\, nos dias 8 e 9 de maio\, às 21h30\, no Auditório Mário Primo\, na Escola Secundária Padre António Macedo\, em Vila Nova de Santo André\, e no Auditório Municipal António Chainho\, em Santiago do Cacém\, respetivamente. \nDuração: 60 min. | M/14 \nBilhetes: 5\,00 público em geral – 3\,00€ menores de 21 anos\, maiores de 65 anos – gratuito para sócios da AJAGATO\nLocais de Venda:\n– Vila Nova de Santo André: CAPAG – 269 751 296 (rede fixa nacional)\n– Santiago do Cacém: Auditório Municipal António Chainho – 269 750 410 (rede fixa nacional) – Reservas também através do CAPAG \nOrganização: AJAGATO – Associação Juvenil Amigos do Gato\nParceria: Câmara Municipal de Santiago do Cacém e Câmara Municipal de Sines \nSinopse: O espetáculo desenrola-se numa sala de redação\, onde um grupo de jornalistas trabalha num artigo sobre Fado e Democracia.\nÀ medida que exploram a obra de Ary dos Santos e outros autores relevantes para o 25 de Abril\, a noite transforma-se numa jornada de memórias\, debates e celebração. Os jornalistas revivem\npoemas\, letras e músicas\, discutindo temas como política\, fascismo\, fado e património cultural.\nA narrativa evolui de uma simples sessão de trabalho para uma experiência imersiva\, onde a música e a poesia ganham vida. O espetáculo culmina com a evocação da madrugada de 25 de Abril\,\nsimbolizando o despertar da liberdade em Portugal. \nFicha Artística e Técnica \n|ENCENAÇÃO E DRAMATURGIA Jorge Gomes Ribeiro |ELENCO Pedro Pernas\, Ricardo Raposo\, Sofia Ramos |MÚSICOS António Martins (guitarra portuguesa)\, Pedro Saltão (viola de fado) |SONOPLASTIAHugo Furtado |LUMINOTÉCNICA Victor Santos | DESIGN GRÁFICO Magaworks |FOTOGRAFIA José Frade |DIREÇÃO DE COMUNICAÇÃO Manuela Morais |ASSISTENTE DE PRODUÇÃO Beatriz Nabais \nProjeto Teatro Fado \nO “50 MADRUGADAS” é concebido como um projeto de teatro fado\, unindo duas formas de expressão artística com uma forte tradição de intervenção social e política em Portugal. Esta abordagem permite uma revisitação da memória coletiva\, analisando a arte\, a música e a poesia antes e após o 25 de Abril.\nA escolha de Ary dos Santos como figura central do espetáculo\, deve-se à sua contínua relevância como “poeta de Abril“. \nCompanhia da Esquina \nEste projeto combina teatro\, fado e poesia para revisitar a obra de Ary dos Santos e outros artistas relevantes para o 25 de Abril.\nO espetáculo visa não apenas homenagear este marco histórico\, mas também promover a reflexão sobre a democracia\, a liberdade e o papel da arte na sociedade portuguesa. \n Emcena apresenta a peça “50 Madrugadas” pela companhia da Esquina \n 
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SUMMARY:Emcena apresenta a peça "Les Beaux Rivages"
DESCRIPTION:O projeto EmCena apresenta no mês de abril a peça “Les Beaux Rivages” pelo GATO SA Teatro de Santo André\, com criação e encenação de Lionel Ménard\, nos dias 9 e 10 de abril\, às 21h30\, no Auditório Mário Primo\, na Escola Secundária Padre António Macedo\, em Vila Nova de Santo André\, e no Auditório Municipal António Chainho\, em Santiago do Cacém\, respetivamente. \nDuração: 80 min. | M/12 \nBilhetes: 5\,00 público em geral – 3\,00€ menores de 21 anos\, maiores de 65 anos – gratuito para sócios da AJAGATO\nLocais de Venda:\n– Vila Nova de Santo André: CAPAG – 269 751 296 (rede fixa nacional)\n– Santiago do Cacém: Auditório Municipal António Chainho – 269 750 410 (rede fixa nacional) – Reservas também através do CAPAG \nOrganização: AJAGATO – Associação Juvenil Amigos do Gato\nParceria: Câmara Municipal de Santiago do Cacém e Câmara Municipal de Sines \n Emcena apresenta a peça “Les Beaux Rivages” \nSinopse: “Les Beaux Rivages” é uma tragédia escrita em torno das problemáticas da velhice e da resiliência. Roger é um novo residente de um Lar de idosos mas o passado persegue-o. Sarah vive lá há dois anos e\, por seu lado\, riscou o seu\, na tentativa de o esquecer. Estas duas pessoas já se conheceram antes. Cruzaram-se durante a guerra\, em lados opostos do arame farpado. Roger nunca esqueceu Sarah\, mas ela agora não o reconhece\, até porque o tempo lhe levou a visão quase por completo. Ambos se vão aproximar e\, apesar da idade\, viver um grande amor.\nMas será ainda possível o amor? E será que Roger lhe vai confessar a sua verdadeira identidade?\nTudo começou onde era suposto acabar… em Les Beaux Rivages… \nFicha Artística e Técnica\n|CRIAÇÃO E ENCENAÇÃO Lionel Ménard |ELENCO Helena Rosa\, Raul Oliveira\, Rogério Bruno\, Tomás Porto |CENOGRAFIA Natalia Terlecka |FIGURINOS Lionel Ménard\, Natalia Terlecka |APOIO DRAMATÚRGICO Mário Primo |DESENHO DE LUZ Daniel Worm |OPERAÇÃO DE LUZ Rui Senos SONOPLASTIA João Santos |SELEÇÃO MUSICAL Lionel Ménard |COSTUREIRA Florbela Santos |MAQUILHAGEM Bárbara Gonçalves |AGRADECIMENTO SPECIAL Rita Carrilho \nNascimento de uma criação…\nEm 2022\, o jornalista independente Victor Castanet publicou uma investigação mordaz sobre os maus-tratos em lares de idosos. Ao mesmo tempo\, a minha mãe ia fazer uma estadia num deles. Na nossa primeira visita\, não faltava nada: o piano branco à entrada\, a alcatifa espessa do átrio… Sonhei então com um salvador como Jack Nicholson em “Voando sobre um ninho de cucos”. Alguém capaz de despertar as consciências e devolver o prazer de viver aos utentes… um velho salvador que escondesse a\nsua identidade para melhor surpreender o funcionários… No regresso da visita ao lar\, a minha mãe confidenciou-me este pensamento: “Ir para um lar é como durante a guerra\, quando os idosos eram enviados para campos de concentração”… Estaria ela a perder o juízo ou a expressar a sua raiva por não conseguir escapar a um fim inevitável… E se\, pelo contrário\, tudo fosse ainda possível… e se\, onde tudo acaba\, fosse o início de uma outra aventura\, e se dois residentes se pudessem encontrar e viver um grande amor… \nLionel Ménard
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SUMMARY:Emcena apresenta a peça "Lá"
DESCRIPTION:O projeto EmCena apresenta no mês de março a peça “Lá” pelo Teatro Meridional e Teatro do Montemuro\, nos dias 13 e 14 de março\, às 21h30\, no Auditório Mário Primo\, na Escola Secundária Padre António Macedo\, em Vila Nova de Santo André\, e no Auditório Municipal António Chainho\, em Santiago do Cacém\, respetivamente. \nDuração: 70 min. | M/12 \nBilhetes: 5\,00 público em geral – 3\,00€ menores de 21 anos\, maiores de 65 anos – gratuito para sócios da AJAGATO\nLocais de Venda:\n– Vila Nova de Santo André: CAPAG – 269 751 296 (rede fixa nacional)\n– Santiago do Cacém: Auditório Municipal António Chainho – 269 750 410 (rede fixa nacional) – Reservas também através do CAPAG \nOrganização: AJAGATO – Associação Juvenil Amigos do Gato\nParceria: Câmara Municipal de Santiago do Cacém e Câmara Municipal de Sines \n Emcena apresenta a peça “Lá” \n“Lá”\n|Teatro Meridional e Teatro de Montemuro O encontro artístico entre as duas companhias nasceu do desafio que o Teatro do Montemuro lançou para mergulharem juntos no tema das migrações e da preocupação em falar sobre as suas próprias raízes\, conjugando as respetivas realidades geográficas das duas Companhias.\n \nSinopse: Dois homens e uma rapariga querem mais da vida. Do interior para a cidade\, nos anos sessenta do século passado\, da cidade para o interior\, na atualidade\, a sua história é uma metáfora das migrações nas últimas décadas e\, também\, desigualdades territoriais neste canto da Europa. \nFicha Artística e técnica \n|TEXTO José Luís Peixoto |ENCENAÇÃO Miguel Seabra |INTERPRETAÇÃO Abel Duarte\, Cristiana Sousa e Eduardo Correia |ESPAÇO CÉNICO E FIGURINOS Hugo F. Maros e Miguel Seabra |MÚSICA ORIGINAL E ESPAÇO SONORO Rui Rebelo |DESENHO DE LUZ Miguel Seabra |COPRODUÇÃO Teatro Meridional e Teatro do Montemuro \nSobre o espetáculo\n[…] Abordarmos a contínua desertificação do seu lugar de origem – a aldeia de Campo Benfeito\, em plena serra de Montemuro\, no centro norte de Portugal – aproveitando a coincidência de uma grande parte da sua população ter migrado para Lisboa na década de 60 do século passado\, e mais especificamente para a zona de Marvila/ Poço do Bispo\, onde o Teatro Meridional tem\, desde há 20 anos\, o seu próprio espaço de criação e apresentação de espetáculos. \n[…] O convite a José Luís Peixoto – autor que já colaboro’ com o Meridional nos espetáculos ‘‘À Manhã’’ (2006) e ‘‘Vida Inversa’’ (2022) – não podia ter sido mais acertado\, muito pela coincidência da sua própria experiência pessoal\, nascido num lugar de interior\, também ele se deslocou para a cidade de Lisboa\, mas também pela sua ampla vivência. \n[…] O desafio da encenação foi entender a linguagem cénica que o texto pedia\, responder às tensões contidas nas palavras\, descobrir códigos de representação que ajudassem a diferenciar os tempos de ação\, encontrar os territórios da respetiva transição no desenho das personagens\, dar significado aos espaços vazios\, disruptivos\, por vezes absurdos que\nfomos encontrando\, e\, paralelamente\, perceber que a geografia cénica tinha que ter uma matriz ao mesmo tempo simples e emocional\, desenhada a luz e som.\nCom o desenrolar do processo criativo\, o espetáculo foi sendo edificado através de um caminho que associo a palavras como depuração e subtileza\, rigor e intensidade\, por vezes\, basta quase nada para relevar o essencial da mensagem que os textos querem transmitir. Depois foi soltar a cena\, ver o teatro nascer através destes três atores com quem tive o imenso privilégio de trabalhar\, sentir a verdade a surgir através dos seus corpos\, atores inteiros e felizes\, porque os atores têm que estar inteiros e felizes\, têm que ser felizes a representar e inteiros a serem ‘outros’\, para poderem contar histórias que\, neste caso\, são as de Campo Benfeito como também podiam ser de tantos outros lugares onde a motivação é precisamente encontrar esse LÁ que\, acredito\, toda a´humanidade procura.\nMiguel Seabra
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SUMMARY:Emcena apresenta “Traverser La Riviere Sous La Pluie” por Itinere Collectif
DESCRIPTION:O projeto EmCena apresenta no mês de novembro a peça “Traverser La Riviere Sous La Pluie” por Itinere Collectif\, criação coletiva e encenação de Thylda Barès\, nos dias 6 e 7 de novembro\, às 21h30\, no Auditório Mário Primo\, na Escola Secundária Padre António Macedo\, em Vila Nova de Santo André\, e no dia 8 de novembro\, também às 21h30\, no Auditório Municipal António Chainho\, em Santiago do Cacém. \nUma fantástica companhia que regressa até nós constituída por atores naturais de França\, Reino Unido\, Bélgica\, Noruega\, Suécia e Turquia\, todos formados pela Escola Internacional de Teatro Jacques Lecoq. \nDuração: 60 min. | M/6 \nBilhetes: 5\,00 público em geral – 3\,00€ menores de 21 anos\, maiores de 65 anos – gratuito para sócios da AJAGATO\nLocais de Venda:\n– Vila Nova de Santo André: CAPAG – 269 751 296 (rede fixa nacional)\n– Santiago do Cacém: Auditório Municipal António Chainho – 269 750 410 (rede fixa nacional) – Reservas também através do CAPAG \nOrganização: AJAGATO – Associação Juvenil Amigos do Gato\nParceria: Câmara Municipal de Santiago do Cacém e Câmara Municipal de Sines \n EmCena – Traverser La Riviere Sous La Pluie – novembro 2025 \nSinopse: De que falamos nós? (bem\, na verdade\, nós nem falamos …)\nHá tiros ao longe\, um grupo de pessoas foge com quase nada e dá de caras com um rio sem ponte. Na outra margem\, uma cabana (fronteira? posto de controlo? ou torre de vigia?) e uniformes armados (militares? milícias? guardas?). Há tiros ao longe; temos de atravessar! De um lado\, uma avó belga dentro de uma mala\, arrastada pelo seu dedicado filho turco; uma mulher britânica grávida\, o marido norueguês e o seu grande bebé sueco.\nEles vão ter de se desenrascar para encontrar soluções; ingénuos\, peculiares\, bizarros\, humanos. Do outro lado do rio\, dois guardas dão o seu melhor para fazer cumprir as regras. Encontramos também a boa vontade de um humanitário\, um ferido grave\, um turista perdido e o inevitável repórter. Não há nenhuma fatalidade\, apenas circunstâncias e oportunidades\, e os meios que encontram\, em conjunto\, para as aproveitar.\nEm ambas as margens deste rio\, são palhaços-bufões que falam com os seus respetivos “grommelots”. Não são mártires nem carrascos. Apenas vítimas\, sem “pathos”\, mas cheias de esperança\, cheias de vida\, apanhadas numa situação que se arrasta desde sempre. \nFicha Artística e Técnica\nCriação coletiva\, escrita por improvisação no palco | Movimento permanente de ida e volta entre a encenação e os atores\n|ENCENAÇÃO Thylda Barès |INTERPRETAÇÃO Victor Barrère (França)\, Andrea Boeryd (Suécia)\, Paul Colom (França)\, Manon Dumonceaux (Belgica)\, Vincent Leconte (França)\, Elizabeth Margereson (Inglaterra)\, Sencan Oytun Tokuç (Turquia) \nNota de intenção de encenação\n«Ser palhaço é um pouco como mergulhar num rio sem fundo» – François Cervantès\nEntão\, vamos aprender a nadar…\nNuma situação de emergência\, não há questionamentos\, antes ou depois\, sobre o porquê. Eles\, os fugitivos\, estão totalmente concentrados no que estão a fazer\, ou seja\, salvar a própria pele. São palhaços à civil\, um grupo sem hierarquia\, sem líder\, sem protagonismo ou papel principal\, que se divertem uns com os outros. Realizam um exercício de virtuosismo físico\, sempre no extremo\, num desequilíbrio constante para a frente. A situação impõe uma função aos personagens. Eles apoderam-se dela\, transformam-na e interpretam-na com a maior seriedade do mundo.\nNão julgamos aqueles que fogem\, nem aqueles que os impedem ou aqueles que tentam ajudá-los. Por outro lado\, faz-nos rir que os Guardas\, os Humanitários\, os Repórteres e os Feridos sejam\nos mesmos atores.\nNão há nada a discutir ou a negociar – então porquê\, ou melhor\, como falar claramente em seis línguas maternas diferentes?\nO grommelot impôs-se para vestir a linguagem dos corpos\, tal como a banda sonora veste a ação. A palavra só existe num lugar de necessidade absoluta. […]
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SUMMARY:Emcena apresenta “Museu do Esquecimento" por Trigo Limpo Teatro ACERT
DESCRIPTION:  \nO projeto EmCena apresenta no mês de outubro a peça “Museu do Esquecimento” por Trigo Limpo Teatro ACERT\, com texto de Afonso Cruz\, nos dias 9 e 10 de outubro\, às 21h30\, no Auditório Municipal António Chainho\, em Santiago do Cacém\, e no Auditório Mário Primo\, na Escola Secundária Padre António Macedo\, em Vila Nova de Santo André\, respetivamente. \n“Museu do Esquecimento ou Vamos Mudar o Mundo” é uma dramaturgia de Pompeu José e Catarina Requeijo\, criada a partir de alguns dos livros de Afonso Cruz para a infância e juventude e que se pretende que seja para todos. A intenção foi criar um novo mundo\, em palco\, baseado no imaginário de Afonso Cruz no qual cinco atores e um músico dão vida a esta nova história. \nDuração: 60 min. | M12 \nBilhetes: 5\,00 público em geral – 3\,00€ menores de 21 anos\, maiores de 65 anos – gratuito para sócios da AJAGATO\nLocais de Venda:\n– Vila Nova de Santo André: CAPAG – 269 751 296 (rede fixa nacional)\n– Santiago do Cacém: Auditório Municipal António Chainho – 269 750 410 (rede fixa nacional) – Reservas também através do CAPAG \nOrganização: AJAGATO – Associação Juvenil Amigos do Gato\nParceria: Câmara Municipal de Santiago do Cacém e Câmara Municipal de Sines \n EmCena – Museu do Esquecimento_outubro_2025 \nSinopse: Uma loja de pássaros que subsiste durante a guerra e\, enquanto lá fora caem bombas\, dentro de portas aves silenciosas continuam a despertar o interesse de quem procura o deslumbramento\, mesmo quando a ordem geral pede o contrário. Terminada a guerra\, nesse mesmo local\, que era também refúgio\, nasce uma família. Estão prestes a ver nascer um novo mundo mas ainda dominados pelo medo. Medo do outro\, do que está para lá do que é conhecido\, do que foge à regra e do que não possa ser medido em números. Mas se o medo vive também da memória\, é do coração dos mais novos que ele é sacudido. O Filho sai de casa em busca de novos horizontes. Por sua vez\, a Filha com a ternura de uma criança convence a família a comprar um poeta. É este novo habitante da casa que\, com a sua delicadeza e forma inspiradora de ver o mundo\, irá abalar a estrutura da família. Vazia de grande parte dos seus habitantes\, esta casa vê-se transformada em museu. E com ela\, também o mundo começa a mudar\, como um espelho em que cada um se encontra\, individual e coletivamente. O eu e os outros. A casa e o mundo. \nFicha Artística e Técnica\n|TEXTO a partir da obra de Afonso Cruz |DRAMATURGIA Catarina Requeijo e Pompeu José |ENCENAÇÃO Pompeu José |COMPOSIÇÃO MUSICAL Miguel Cordeiro e Paulo Nuno Martins |INTERPRETAÇÃO Afonso Cortez\, Ilda Teixeira\, Pedro Sousa\, Pompeu José e Sandra Santos |MÚSICO Miguel Cordeiro ou Paulo Nuno Martins |CENOGRAFIA Zé Tavares |ASSISTÊNCIA  CENOGRÁFICA José Abrantes |FIGURINOS Adriana Ventura |DESENHO DE LUZ Paulo Neto |SONOPLASTIA Luís Viegas |APOIO TÉCNICO Ricardo Leão |CARPINTARIA Carmosserra |SERRALHARIA Araufer |DESIGN GRÁFICO Daniel Nunes e Zé Tavares |FOTOGRAFIA Daniel Nunes |VÍDEO Quantom |COMUNICAÇÃO Daniel Nunes\, Liliana Rodrigues e Zé Tavares |ASSESSORIA DE IMPRENSA Romana Martins |PRODUÇÃO Marta Costa \nTrigo Limpo Teatro ACERT\nO Trigo Limpo Teatro ACERT tem desenvolvido\, ao longo do seu percurso\, uma matriz de criação teatral que\, quer na rua\, quer nas salas de espetáculos\, privilegia sempre o trabalho do ator\, uma dimensão poética da narrativa baseada em adaptação de textos não teatrais e uma cenografia que é parte integrante dessa narrativa. Mantém esta matriz ao longo dos seus 48anos de existência e das mais de 145 peças de teatro criadas e apresentadas no país e no estrangeiro.
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SUMMARY:Emcena apresenta "Drama de cozinha para um país fascista" por Nova Companhia
DESCRIPTION:O projeto EmCena apresenta no mês de setembro a peça “Drama de cozinha para um país fascista”\, pela Nova Companhia\, com texto e direção de Martim Pedroso\, nos dias 12 e 13 de setembro\, às 21h30\, no Auditório Mário Primo\, na Escola Secundária Padre António Macedo\, em Vila Nova de Santo André\, e no Auditório Municipal António Chainho\, em Santiago do Cacém\, respetivamente. \nDrama de cozinha para um país fascista\, é uma versão muito livre do mito de Medeia com inspiração direta no estado atual do nosso país. \nDuração: 80 min. | M16 \nBilhetes: 5\,00 público em geral – 3\,00€ menores de 21 anos\, maiores de 65 anos – gratuito para sócios da AJAGATO\nLocais de Venda:\n– Vila Nova de Santo André: CAPAG – 269 751 296 (rede fixa nacional)\n– Santiago do Cacém: Auditório Municipal António Chainho – 269 750 410 (rede fixa nacional) – Reservas também através do CAPAG \nOrganização: AJAGATO – Associação Juvenil Amigos do Gato\nParceria: Câmara Municipal de Santiago do Cacém e Câmara Municipal de Sines \n Emcena – Drama de cozinha para um país fascista – Nova Companhia \nSinopse: Martim Pedroso contextualiza este arquétipo milenar da cultura ocidental num futuro Portugal fascista onde\, pela primeira vez\, os filhos de Medeia e Jasão têm lugar de fala. A ação começa não se sabe muito bem onde\, algures entre a traição de Jasão e os crimes de Medeia e viaja\, anacronicamente\, entre agressões\, alienação\, fantasmagorias e sonhos. Mermeros e Pheres\, os filhos mais conhecidos da tragédia grega por terem sido escorraçados de cena para morrer às mãos da própria mãe\, são aqui os porta-vozes de uma história de violência familiar contemporânea que é o espelho de um país que se afundou ideologicamente. Qualquer semelhança com a realidade\, será pura coincidência. \nFicha Artística e Técnica: \nTEXTO\, ESPAÇO CÉNICO E DIREÇÃO: Martim Pedroso | INTERPRETAÇÃO: Ana Afonso Lourenço\, João Amaral\, Lupa Fernandes\, Martim Pedroso e Rita Lello | FIGURINOS\, CARACTERIZAÇÃO E APOIO AO MOVIMENTO: Noé | SELEÇÃO MUSICAL: Martim Pedroso | SONOPLASTIA: Carlos Morgado | DIREÇÃO TÉCNICA\, DESENHO DE LUZ E\nOPERAÇÃO: Ricardo Campos | CÂMARA AO VIVO E REALIZAÇÃO DE VÍDEO: Lupa Fernandes | IMAGENS E EDIÇÃO DE VÍDEO: Rita Casaes | PRODUÇÃO: Nova Companhia | APOIOS: A Barraca\, AJAGATO\, Feiticeiro do Norte\, NO É Artes Performativas. \nMartim Pedroso\nMartim Pedroso nasceu em Lisboa em 1979. Para além de participar em diversos trabalhos como ator de teatro e televisão desde 1998\, iniciou a sua atividade como encenador em 2005. Funda a Nova Companhia em 2013 com a qual tem produzido a maior parte das suas criações teatrais.
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SUMMARY:EmCena apresenta Efímero - Casa del Silencio
DESCRIPTION:O projeto EmCena apresenta a peça “Efímero” pela Casa del Silencio\, com direção de Filipe Andrés Pérez Agudelo\, nos dias 9 e 10 de maio\, às 21h30\, no Auditório Mário Primo\, na Escola Secundária Padre António Macedo\, em Vila Nova de Santo André\, e no Auditório Municipal António Chainho\, em Santiago do Cacém\, respetivamente.\nO espetáculo é uma investigação a partir do estudo das personagens Vasilii Vasilievich\, de ‘‘O Canto do Cisne’’\, de Tchekhov\, e Triboulet\, de ‘‘O Rei se Diverte’’\, de Victor Hugo. \nDuração: 60 min. | M12 \nBilhetes: 5\,00 público em geral – 3\,00€ menores de 21 anos\, maiores de 65 anos – gratuito para sócios da AJAGATO\nLocais de Venda:\n– Vila Nova de Santo André: CAPAG – 269 751 296 (rede fixa nacional)\n– Santiago do Cacém: Auditório Municipal António Chainho – 269 750 410 (rede fixa nacional) – Reservas também através do CAPAG \nOrganização: AJAGATO – Associação Juvenil Amigos do Gato\nParceria: Câmara Municipal de Santiago do Cacém e Câmara Municipal de Sines \n EmCena 2025 – Efímero \nSinopse: É noite cerrada\, um ator veterano chega para ensaiar o seu novo espetáculo. Ao contemplar a solidão do teatro\, o seu espírito estremece. Em silêncio\, reflete profundamente sobre a sua vida artística. Desenha universos e cenas fantásticas com o seu corpo\, e pergunta-se interiormente: “A arte sagrada devorou a minha vida? E agora? Para onde vai a minha forma de fazer teatro? E nesta profunda reflexão sobre o seu ofício\, prepara-se\, talvez\, para a sua última atuação. \nFicha Artística e Técnica:\nINTERPRETAÇÃO Juan Carlos Agudelo Plata | DRAMATURGIA Filipe Andrés Pérez Agudelo\, Juan Carlos Agudelo Plata | DESENHO DE LUZ ‘‘Sanders’’ Alexander Corredor Rodríguez | COMPOSIÇÃO DE MÚSICA ORIGINAL E PAISAGENS SONORAS Carlos Dudley Sandoval\, Juan Camilo Garzón | ASSISTENTES DE DIREÇÃO María Fernanda Ospina\, Sharon Sotelo | FOTOGRAFIA Carlos Mario Lema\, Leo de la Parca\, Michel Cavalca | MAPPING DESIGN Julián Francisco Peña | MAQUILHAGEM Fiorella del Mar Agudelo León | DESENHO E ELABORAÇÃO DO FIGURINO Yaky Roca \nCasa del Silencio: As obras da Casa del Silencio são simplesmente poéticas e Efímero é pura poesia feita gesto\, movimento\, evocação\, reflexão. As emoções do espetador são despertadas por uma proposta que explora a vida artística de um ator e o seu ofício. Uma obra que oferece ao espectador a beleza da expressão artística necessária à vida. Em geral\, com Casa del Silencio acontece que o gesto fica no ar como uma partícula que se respira e que entra nas nossas emoções para viver o interior daquela personagem em palco que nos conta o seu drama\, e então compreendemo-lo a partir da sua solidão e do seu vazio.
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SUMMARY:EmCena apresenta Les Uns Sur Les Autres
DESCRIPTION:O projeto EmCena apresenta a peça “Les Uns Sur Les Autres” pela Companhia Certa\, com direção de Lionel Ménard\, nos dias 7 e 8 de março\, às 21h30\, no Auditório Mário Primo\, na Escola Secundária Padre António Macedo\, em Vila Nova de Santo André\, e no Auditório Municipal António Chainho\, em Santiago do Cacém\, respetivamente. \nDuração: 75 min. | M6 \nBilhetes: 5\,00 público em geral – 3\,00€ menores de 21 anos\, maiores de 65 anos – gratuito para sócios da AJAGATO\nLocais de Venda:\n– Vila Nova de Santo André: CAPAG – 269 751 296 (rede fixa nacional)\n– Santiago do Cacém: Auditório Municipal António Chainho – 269 750 410 (rede fixa nacional) – Reservas também através do CAPAG \nOrganização: AJAGATO – Associação Juvenil Amigos do Gato\nParceria: Câmara Municipal de Santiago do Cacém e Câmara Municipal de Sines \n EmCena apresenta Les Uns Sur Les Autres_2025 \nSinopse: Jean herdou da mãe um pequeno pedaço de terra no Sul e decide mudar-se para lá com toda a família. Abandonou a cidade pelo campo para cultivar cravos. Les Uns Sur Les Autres retrata esta chegada\, marcada por conflitos de interesses\, disputas pela água e pela terra\, e a necessidade de sobrevivência coletiva diante de um desastre iminente. Uma narrativa carregada de emoção\, um alerta poético e atual sobre o modo como o ser humano se comporta com os outros seres humanos. \nCompanhia Certa\nA Varazim Teatro é uma Associação Cultural\, com atividade na área do Teatro\, fundada em 1997\, que tem como missão promover a reflexão sobre temáticas urgentes e socialmente relevantes através do Teatro. Sendo uma Associação com múltiplos eixos de atuação e intervenção como programadora é responsável por: Temporada Teatral na Póvoa de Varzim\, desde 1998; É-Aqui-in Ócio Festival Internacional de Teatro\, desde 2007. Como criadora\, todas as criações de caráter profissional da Associação são apresentadas (desde 2018) com a assinatura: Companhia Certa. Todo o percurso\, que culmina com a criação da Companhia Certa\, apresenta uma identidade própria\, reconhecida pelo público e pelos seus pares\, assente na criação de espetáculos de recursos técnicos minimalistas com temáticas de grande intervenção social e pesquisa de novas formas de relação do espetáculo com o público. Tem uma forte ligação à comunidade\, para a qual desenvolve Oficinas de Teatro e projetos com a comunidade\, em que o Teatro atua como ferramenta de desenvolvimento pessoal e social. A Varazim Teatro conta 55 criações teatrais até 2018. A Companhia Certa já estreou 19 criações. \n|FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA\n|DIREÇÃO Lionel Ménard |ELENCO Alexandre Sá (Jean)\, Eduardo Faria (Papet)\, Joana Luna (Ugolin)\, Joana Soares (Louise/Batista)\, Vanessa Vieira da Cunha (Manon) |SONOPLASTIA Aníbal Andrade |CENÁRIO Natália Terlecka |DESENHO DE LUZ Lionel Ménard |OPERAÇÃO DE LUZ Ana Patrícia Silva |FIGURINOS Adélia Agra |DESIGN +ou-design |ILUSTRAÇÕES Raquel Boucinha |APOIOS República Portuguesa – Cultura| Direção Geral das Artes | Câmara Municipal da Póvoa de Varzim | Residências Artísticas Aljustrel – Lêndias d’Encantar
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SUMMARY:EmCena apresenta "Samotrácias" por Mákina de Cena
DESCRIPTION:O projeto EmCena apresenta a peça “Samotrácias” por Mákina de Cena\, de Nicole Caligaris com encenação coletiva\, nos dias 7 e 8 de novembro\, às 21h30\, no Auditório Municipal António Chainho\, em Santiago do Cacém\, e no Auditório Mário Primo\, na Escola Secundária Padre António Macedo\, em Vila Nova de Santo André\, respetivamente. \nDuração: 70 min. | M14 \nBilhetes: 5\,00 público em geral – 3\,00€ menores de 21 anos\, maiores de 65 anos – gratuito para sócios da AJAGATO\nLocais de Venda: \n– Santiago do Cacém: Auditório Municipal António Chainho – 269 750 410 (rede fixa nacional) – Reservas também através do CAPAG\n– Vila Nova de Santo André: CAPAG – 269 751 296 (rede fixa nacional) \nOrganização: AJAGATO – Associação Juvenil Amigos do Gato\nParceria: Câmara Municipal de Santiago do Cacém e Câmara Municipal de Sines \nSinopse: Canto de sobrevivência\, manifesto de uma horda em movimento\, SAMOTRÁCIAS é o grito de três mulheres que se agarram à sua ânsia de emigrar. Sissi\, a mais jovem\, procura a fama no estrangeiro. Sandra\, mãe viúva\, quer fugir a um novo casamento forçado e oferecer um futuro à sua filha. Pepita\, que passou a sua vida a servir os outros\, procura um fim diferente para os seus dias. São três mulheres que querem a mesma coisa: partir. \nEsmagadas pela crença num outro futuro\, veem o seu propósito desvanecer-se numa viagem cruel. O sonho reduzido ao instinto de sobrevivência. Surge a dúvida\, será que têm mesmo o direito de partir? O movimento é o motor de um espetáculo trilingue (pt/fr/es) que tem por base o ato de migrar\, a deslocação entre países nunca nomeados\, em que três atrizes dão vida à récita implacável de Nicole Caligaris\, entrecruzando ficção e realidade\, com recurso a testemunhos de mulheres migrantes\, residentes no Algarve. \n“Samotrácias” por Mákina de Cena\, de Nicole Caligaris\nA partir da récita implacável de Nicole Caligaris\, exploramos a viagem universal e\, ao mesmo tempo\, muito íntima de cada personagem. Com recurso a partituras físicas e uso do texto enquanto matéria plástica e sonora\, tentamos desviar a compreensão do público para o domínio do não dito. \n  \nFICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA\nCOCRIAÇÃO E INTERPRETAÇÃO Carolina Santos\, Letícia Blanc e Ulima Ortiz |DIREÇÃO ARTÍSTICA Carolina Santos |DIREÇÃO PlÁSTICA / DESENHO CÉNICO Eduardo Jiménez Cavieres |CONSULTORIA ARTÍSTICA Ricardo Correia e Alexandra Guarín |DESIGN DE SOM E COMPOSIÇÕES ORIGINAIS Marco Martins |FOTOGRAFIA E VÍDEO João Catarino |PARTICIPANTES VÍDEO Cristina Lourenço\, Divina Almondes\, Emília Amaral\, Fátima\, Iulia\, Jexemery Freitez\, Leirer Menezes\, Manuela Silva\, María Angel Baile\, Olena Starukh\, Saliha Karzazim\, Solange Silva\, Solomiya Motsiak\, Tatiana S. |VOZ-OFF Ricardo Correia e Patrícia Amaral |EXECUÇÃO DE CENÁRIOS E FIGURINOS Ana Karina Inês |DIREÇÃO TÉCNICA E ILUMINAÇÃO Mafalda Oliveira |TÉCNICO AUDIOVISUAL Samuel Beckman |DIRETOR DE PRODUÇÃO Pedro Silva |DIFUSÃO INTERNACIONAL Sandrine Crisostomo |PRODUÇÃO E COMUNICAÇÃO Ana Palmeiro\n| R EDE S Ma r t im S a n t o s | A S S I S T ENT E S ESTAGIÁRIAS Luzia Guerreiro\, Saliha Karzazi\, Sofia Santos |COPRODUÇÃO Mákina De Cena\, Fondación Teatro Libre de Bogotá | Portugal — Colômbia — Chile \n  \nMÁKINA DE CENA\nA Mákina de Cena é uma estrutura de índole multidisciplinar no campo das artes performativas\, sedeada em Loulé desde 2018. O seu trabalho passa por um diálogo continuo com a comunidade\,\natravés de iniciativas como o Clube de Leitura Teatral de Loulé\, o MdC Jazz Club\, as Oficinas da Mákina ou A Mákina vai à Escola\, e – sobretudo – pela criação artística\, com especial enfoque no Teatro e na música Jazz\, de onde se destacam projetos como O Relatório da Coisa\, Tive 1 ideia para 1 dueto\, Samotrácias\, Pé de Laranja Lima\, Luz e a label MdC Records. Promove ainda\, nos meses de verão\, o ciclo Morning Sessions\, com Jazz e Teatro aos sábados de manhã nos Claustros do Antigo Convento do Espírito Santo\, em Loulé; e em dezembro\, o Festival Contrapeso que\, este ano\, terá a sua quarta edição. \n EmCena apresenta “Samotrácias” por Mákina de Cena
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SUMMARY:EmCena apresenta "Amor é um fogo que arde sem se ver" por A Barraca teatro
DESCRIPTION:O projeto EmCena apresenta a peça “Amor é um fogo que arde sem se ver”\, por A Barraca Teatro\, com encenação de Hélder Mateus da Costa e Maria do Céu Guerra\, nos dias 11 e 12 de outubro\, às 21h30\, no Auditório Municipal António Chainho\, em Santiago do Cacém\, e no Auditório Mário Primo\, na Escola Secundária Padre António Macedo\, em Vila Nova de Santo André\, respetivamente. \nDuração: 120 min. | M12 \nBilhetes: 5\,00 público em geral – 3\,00€ menores de 21 anos\, maiores de 65 anos – gratuito para sócios da AJAGATO\nLocais de Venda: \n– Santiago do Cacém: Auditório Municipal António Chainho – 269 750 410 (rede fixa nacional) – Reservas também através do CAPAG\n– Vila Nova de Santo André: CAPAG – 269 751 296 (rede fixa nacional) \nOrganização: AJAGATO – Associação Juvenil Amigos do Gato\nParceria: Câmara Municipal de Santiago do Cacém e Câmara Municipal de Sines \nSinopse: AMOR É UM FOGO QUE ARDE SEM SE VER (2024) conta a viagem de Luís Vaz\, o navegador da Língua Portuguesa\, transportando memórias de amores e desamores\, muitas perdas e maus tratos e prisões operados em sigilosos conluios por muitos inimigos seus contemporâneos. Tempo de disputas\, glórias e intrigas\, os perigos da inquisição ameaçaram sempre um dos homens mais livres do seu tempo e sem dúvida o seu maior poeta. Depois de aventuras e desventuras que lhe vão acontecendo na sua pátria vai de viagem na rota de Gama. E consigo leva a Língua Portuguesa\, ainda em construção.\nOlhado como um texto épico\, Os Lusíadas são o grande relato da aventura da língua portuguesa que nessa obra/ viagem se confirma e consagra.\nPerseguindo sempre a aventura mais arriscada\, seja ela o amor\, a viagem ou a poesia\, na Índia conhece Garcia d’Orta\, Diogo do Couto\, apaixona-se\, conhece Macau conhece a Ilha de Moçambique\, Dinamene. Num naufrágio perde a amada e salva a nado o poema ao qual já dedicara anos de vida.\n17 anos passados sobre a partida para a Índia\, regressa à pátria. Sempre mais rico\, sempre mais pobre\, quase sempre só. Traz consigo apenas o escravo Jau que o acompanhará até ao fim. Não sabemos quem morreu primeiro\, são ambos eternos. Em Portugal apresenta os Lusíadas ao censor do Santo Ofício\, embora com cenas eliminadas a obra é autorizada. A sua visão da “máquina do mundo” não é aceite e a cena da ilha dos amores é quase truncada. O passo seguinte é mostrá-la a Dom Sebastião. O rei gosta dos Lusíadas e aprova a concessão de uma tença de sobrevivência ao poeta. Não fosse a doença as coisas pareciam começar a correr melhor ao poeta e a vida começava a passar.\nTempo último… Camões vai a Belém ver sair os barcos para Alcácer – Quibir. Ele está no fim. E Portugal está perto do Desastre. Juntam-se as duas sortes. Regresso a casa… Camões é apoiado pelo escravo Jau que lhe dá de comer e o acompanha. E o poeta do amor\, tal como os marinheiros do Gama passa à eternidade embalado pela música do mar e das ninfas da ilha dos amores.\nMomento feliz enfim… O reencontro com a beleza acompanha o regresso do poeta à sua ilha recuperada numa invocação da paz a que todos aspiramos. \nMaria do Céu Guerra \nFICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA\n|ESPETÁCULO DE Hélder Mateus da Costa e Maria do Céu Guerra Hélder |ENCENAÇÃO Mateus da Costa e Maria do Céu Guerra |ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO Gil Filipe |ELENCO Adérito Lopes\, Beatriz Dinis e Silva\, Érica Galiza\, Gil Filipe\, Luís Ilunga\, Maria do Céu Guerra\, Manuel Petiz\, Rita Mendes Nunes\, Samuel Moura\, Sérgio Moras\, Teresa Mello Sampayo\, Vasco Lello\, Maria\nBaltazar (estagiária) |PRODUÇÃO Inês Costa |APOIO À PRODUÇÃO Gil Filipe\, Manuel Petiz\, Teresa Mello Sampayo |DIREÇÃO MUSICAL E MÚSICA ORIGINAL Maestro António Victorino D’Almeida |CENOGRAFIA A BARRACA |CONCEÇÃO E VÍDEO André Letria |DESENHO DE LUZ Vasco Letria |OPERAÇÃO DE LUZ Ruy Santos |OPERAÇÃO DE SOM E VÍDEO João Pecegueiro |GUARDA-ROUPA Mestra Alda Cabrita |ADEREÇOS Tina Simões |DESIGN GRÁFICO Inês Costa \nTEXTO DO AUTOR/ENCENADOR\nUm espetáculo do género histórico/poético\, não pode transportar cargas poeirentas e ultrapassadas.\nHomenagear os clássicos é modernizá-los e torná-los acessíveis ao público dos nossos dias. É nessa dificuldade que consiste o prazer de conseguir demonstrar que as histórias antigas têm a ver com o sempre constante e irregular comportamento humano.\nCamões é um dos símbolos mais importantes do nosso século de oiro\, o século XVI. E é um testemunho vivo do intelectual moderno e progressista na linha de Erasmo e Tomas More\, seus contemporâneos. Através dos séculos\, foi sempre referido como um patriota pelos liberais e Republicanos\, e também utilizado pelas famílias mais reacionárias (descendentes dos mesmos que sempre o perseguiram e lhe negaram qualquer apoio e proteção económica). Por isso\, era necessário fazer uma “operação de limpeza” ao nosso Camões e mostrá-lo em toda a sua grandeza e\nindependência. Para exemplo aos jovens e intelectuais dos nossos dias.\nMas\, também muito importante e interessante\, é pensar que esse importante texto épico – além de oferecer aos navegadores portugueses o Amor como prémio na Ilha dos Amores\, também é a grande aventura da língua portuguesa. \nHélder Mateus da Costa \n EmCena apresenta “Amor é um fogo que arde sem se ver” por A Barraca
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SUMMARY:EmCena apresenta "Os Caranguejos de Istambul" de António Cabrita pelo Teatro da Terra com encenação de Maria João Luís
DESCRIPTION:O projeto EmCena apresenta a peça “Os Caranguejos de Istambul”\, de António Cabrita\, pelo Teatro da Terra\, nos dias 13 e 14 de setembro\, às 21h30\, no Auditório Mário Primo\, na Escola Secundária Padre António Macedo\, em Vila Nova de Santo André\, e no Auditório Municipal António Chainho\, em Santiago do Cacém\, respetivamente. \nDuração: 70 min. | M16 \nBilhetes: 5\,00 público em geral – 3\,00€ menores de 21 anos\, maiores de 65 anos – gratuito para sócios da AJAGATO\nLocais de Venda: \n– Santiago do Cacém: Auditório Municipal António Chainho – 269 750 410 (rede fixa nacional) – Reservas também através do CAPAG\n– Vila Nova de Santo André: CAPAG – 269 751 296 (rede fixa nacional) \nSinopse: \nArtur e Vítor\, nascidos em África e filhos de colonos\, quando ocorreu a descolonização eram jovens revolucionários que resolveram embarcar no espírito do tempo\, romper com as famílias e ficar no país novo\, contribuindo para a mudança do mundo. Tarefa a que se entregaram sem dúvidas\, por décadas\, tendo constituído famílias mestiças\, e dividido o mundo entre “nós” e “eles”. Agora estão na idade madura\, o cenário geopolítico mudou completamente as perspetivas\, e grande parte dos frutos que caíram da árvore apodreceram no chão. \nNa idade do balanço receiam concluir que o mundo é que os mudou e que a globalização desmantelou todos os valores em que acreditavam. Mas\, quem traiu o quê\, se as ilusões eram de todos? \nResolvem então encenar uma peça que adapte Gil Vicente à realidade política que os envolve. Contudo\, a morte de um rapper\, que era um ídolo popular e um cantor de intervenção\, precipita tudo. A desnecessária violência da polícia contra a multidão que se amontoava no velório do músico\, repercute-se no seio das famílias de Vítor e Artur. O filho de Artur\, jovem de sangue na guelra que luta pela justiça\, embrulhou-se na briga e vê-se metido num sarilho de coloração política e as suas mulheres resolvem abandonar os seus países de origem e mudarem de continente. Chegou de novo a hora de Vítor e Artur terem de decidir a que lugar pertencem. Mas regressar ao quê\, se os vínculos que os fizeram acreditar numa ideia de futuro mais equitativa parecem ter-se esfumado? Fazem a peça de Gil Vicente ou abandonam tudo e o trabalho de uma vida? \nCinquenta anos depois do 25 de Abril\, uma comédia social que retrata o corpo-a-corpo de uma geração com as suas expectativas políticas. \nOrganização: AJAGATO – Associação Juvenil Amigos do Gato\nParceria: Câmara Municipal de Santiago do Cacém e Câmara Municipal de Sines \n  \nFICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA\nInterpretação António Simão e Paulo Pinto | Texto António Cabrita | Encenação Maria João Luís | Cenografia e Figurinos Ana Teresa Castelo | Música B A S K I A T | Desenho de Luz Pedro Domingos | Assistência de Encenação Filipa Leão | Ilustração do Cartaz Joana Villaverde | Assistência de Produção Carina R. Costa e Filipe Gomes | Direção de Produção Pedro Domingos \nTeatro da Terra \nÉ uma entidade sem fins lucrativos\, fundada em 2009\, por Maria João Luís e Pedro Domingos. Ambos acumulam várias funções na estrutura desde a encenação\, a programação\, a interpretação\,\na direção de produção\, a direção técnica\, o desenho de luz\, entre outras. Entre 2009 e 2019\, o Teatro da Terra esteve sediado na região do Alto Alentejo onde deixou marca na comunidade e obteve reconhecimento nacional\, em particular no formato dos processos de trabalho e na personalidade estética muito própria de cada criação teatral. O desenvolvimento da criação artística em estreita\ncumplicidade com os agentes culturais locais e regionais\, caracterizou-se pela integração de atores\, músicos e outros artistas\, no espaço e tempo profissional da criação teatral.\nAtualmente a companhia está sediada no Seixal.
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SUMMARY:EmCena apresenta Ibéria 20.24
DESCRIPTION:O projeto EmCena apresenta a peça “Ibéria 20.24”\, de Ángel Fragua\, Noelia Domínguez e Sérgio Agostinho\, pela Peripécia Teatro\, nos dias 7 e 8 de junho\, às 21h30\, no Auditório Mário Primo\, na Escola Secundária Padre António Macedo\, em Vila Nova de Santo André\, e no Auditório Municipal António Chainho\, em Santiago do Cacém\, respetivamente. \nDuração: 75 min. | M12 \nBilhetes: 5\,00 público em geral – 3\,00€ menores de 21 anos\, maiores de 65 anos – gratuito para sócios da AJAGATO\nLocais de Venda: \n– Santiago do Cacém: Auditório Municipal António Chainho – 269 750 410 (rede fixa nacional) – Reservas também através do CAPAG\n– Vila Nova de Santo André: CAPAG – 269 751 296 (rede fixa nacional) \nSinopse: \nTrês atores encontram-se num palco vazio. Cada um leva consigo um pequeno Kit. Este inclui um simples manual de instruções do qual se servirão para realizar uma fugaz\, mas hilariante viagem pela História da Península Ibérica.\nVão-lhes aparecer três pastorinhos…\nVão dar por si rodeados por uma cruel batalha: Portugueses\, Castelhanos e Muçulmanos. Encarnarão Camões e Cervantes\, que contarão as lendas de Inês de Castro\, de Viriato\, e de Numância assediada pelos Romanos.\nVão-lhes aparecer três pastorinhos…\nTerão que enfrentar-se\, cara a cara\, com a Padeira de Aljubarrota na Batalha com o mesmo nome.\nViajarão nos barcos de Vasco da Gama e de Cristóvão Colombo. E o que acontecerá durante a Dinastia Filipina?…\nVão-lhes aparecer três pastorinhos… \nFicha Técnica e Artística \nCriação e Interpretação: Ángel Fragua\, Noelia Domínguez e Sérgio Agostinho\nDirecção: José Carlos Garcia\nMúsica e Sonoplastia ao Vivo: Bruno Mazeda \nDireção Técnica\, Desenho de Luz e Som: Nuno Tomás\nCenário e Maquinaria de Cena: André Rodrigues\nDireção de Produção: Sérgio Agostinho e Noelia Domínguez \nAssistente de Produção: Patrícia Ferreira\nDesenho Gráfico e Comunicação: Alexandra Teixeira\nFotografia de Cena: Lino Silva\nVídeo: José Miguel Pires\nAdministração: Sara Casal\nGestão Financeira e Contabilidade: Ana Margarida Caetano \nOrganização: AJAGATO – Associação Juvenil Amigos do Gato\nParceria: Câmara Municipal de Santiago do Cacém e Câmara Municipal de Sines
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SUMMARY:Contos Malteses
DESCRIPTION:Realiza-se nos dias 7 e 8 de maio a peça “25 de Abril\, Sempre!” uma produção da Teatro ABC – Companhia Nacional de Teatro Português\, para os alunos do ensino secundário. \n 7 de maio | 11h00 | Auditório Mário Primo | Escola Secundária Padre António Macedo | Vila Nova de Santo André \n 8 de maio | 11h00 | Auditório Municipal António Chainho | Santiago do Cacém \n“A peça “25 de Abril\, Sempre!” tem uma componente histórica\, pedagógica\, contemporânea e interativa. Foi escrita por Nuno Miguel Henriques\, autor e professor na área da História no ensino secundário público\, sendo um criador cultural com créditos firmados desde 1991\, com estudos universitários em História e filho de militar de Abril\, que estará presente nos espetáculos e fazer um\n“prólogo sobre a história da revolução dos cravos”. \nA peça tem uma abordagem imparcial do antes e depois da Revolução dos Cravos de 1974.
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