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SUMMARY:Emcena apresenta a peça "50 Madrugadas" pela companhia da Esquina
DESCRIPTION:O projeto EmCena apresenta no mês de maio a peça 50 Madrugadas” pela companhia da Esquina\,  a partir da obra poética de Ary dos Santos\, nos dias 8 e 9 de maio\, às 21h30\, no Auditório Mário Primo\, na Escola Secundária Padre António Macedo\, em Vila Nova de Santo André\, e no Auditório Municipal António Chainho\, em Santiago do Cacém\, respetivamente. \nDuração: 60 min. | M/14 \nBilhetes: 5\,00 público em geral – 3\,00€ menores de 21 anos\, maiores de 65 anos – gratuito para sócios da AJAGATO\nLocais de Venda:\n– Vila Nova de Santo André: CAPAG – 269 751 296 (rede fixa nacional)\n– Santiago do Cacém: Auditório Municipal António Chainho – 269 750 410 (rede fixa nacional) – Reservas também através do CAPAG \nOrganização: AJAGATO – Associação Juvenil Amigos do Gato\nParceria: Câmara Municipal de Santiago do Cacém e Câmara Municipal de Sines \nSinopse: O espetáculo desenrola-se numa sala de redação\, onde um grupo de jornalistas trabalha num artigo sobre Fado e Democracia.\nÀ medida que exploram a obra de Ary dos Santos e outros autores relevantes para o 25 de Abril\, a noite transforma-se numa jornada de memórias\, debates e celebração. Os jornalistas revivem\npoemas\, letras e músicas\, discutindo temas como política\, fascismo\, fado e património cultural.\nA narrativa evolui de uma simples sessão de trabalho para uma experiência imersiva\, onde a música e a poesia ganham vida. O espetáculo culmina com a evocação da madrugada de 25 de Abril\,\nsimbolizando o despertar da liberdade em Portugal. \nFicha Artística e Técnica \n|ENCENAÇÃO E DRAMATURGIA Jorge Gomes Ribeiro |ELENCO Pedro Pernas\, Ricardo Raposo\, Sofia Ramos |MÚSICOS António Martins (guitarra portuguesa)\, Pedro Saltão (viola de fado) |SONOPLASTIAHugo Furtado |LUMINOTÉCNICA Victor Santos | DESIGN GRÁFICO Magaworks |FOTOGRAFIA José Frade |DIREÇÃO DE COMUNICAÇÃO Manuela Morais |ASSISTENTE DE PRODUÇÃO Beatriz Nabais \nProjeto Teatro Fado \nO “50 MADRUGADAS” é concebido como um projeto de teatro fado\, unindo duas formas de expressão artística com uma forte tradição de intervenção social e política em Portugal. Esta abordagem permite uma revisitação da memória coletiva\, analisando a arte\, a música e a poesia antes e após o 25 de Abril.\nA escolha de Ary dos Santos como figura central do espetáculo\, deve-se à sua contínua relevância como “poeta de Abril“. \nCompanhia da Esquina \nEste projeto combina teatro\, fado e poesia para revisitar a obra de Ary dos Santos e outros artistas relevantes para o 25 de Abril.\nO espetáculo visa não apenas homenagear este marco histórico\, mas também promover a reflexão sobre a democracia\, a liberdade e o papel da arte na sociedade portuguesa. \n Emcena apresenta a peça “50 Madrugadas” pela companhia da Esquina \n 
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SUMMARY:Emcena apresenta “Traverser La Riviere Sous La Pluie” por Itinere Collectif
DESCRIPTION:O projeto EmCena apresenta no mês de novembro a peça “Traverser La Riviere Sous La Pluie” por Itinere Collectif\, criação coletiva e encenação de Thylda Barès\, nos dias 6 e 7 de novembro\, às 21h30\, no Auditório Mário Primo\, na Escola Secundária Padre António Macedo\, em Vila Nova de Santo André\, e no dia 8 de novembro\, também às 21h30\, no Auditório Municipal António Chainho\, em Santiago do Cacém. \nUma fantástica companhia que regressa até nós constituída por atores naturais de França\, Reino Unido\, Bélgica\, Noruega\, Suécia e Turquia\, todos formados pela Escola Internacional de Teatro Jacques Lecoq. \nDuração: 60 min. | M/6 \nBilhetes: 5\,00 público em geral – 3\,00€ menores de 21 anos\, maiores de 65 anos – gratuito para sócios da AJAGATO\nLocais de Venda:\n– Vila Nova de Santo André: CAPAG – 269 751 296 (rede fixa nacional)\n– Santiago do Cacém: Auditório Municipal António Chainho – 269 750 410 (rede fixa nacional) – Reservas também através do CAPAG \nOrganização: AJAGATO – Associação Juvenil Amigos do Gato\nParceria: Câmara Municipal de Santiago do Cacém e Câmara Municipal de Sines \n EmCena – Traverser La Riviere Sous La Pluie – novembro 2025 \nSinopse: De que falamos nós? (bem\, na verdade\, nós nem falamos …)\nHá tiros ao longe\, um grupo de pessoas foge com quase nada e dá de caras com um rio sem ponte. Na outra margem\, uma cabana (fronteira? posto de controlo? ou torre de vigia?) e uniformes armados (militares? milícias? guardas?). Há tiros ao longe; temos de atravessar! De um lado\, uma avó belga dentro de uma mala\, arrastada pelo seu dedicado filho turco; uma mulher britânica grávida\, o marido norueguês e o seu grande bebé sueco.\nEles vão ter de se desenrascar para encontrar soluções; ingénuos\, peculiares\, bizarros\, humanos. Do outro lado do rio\, dois guardas dão o seu melhor para fazer cumprir as regras. Encontramos também a boa vontade de um humanitário\, um ferido grave\, um turista perdido e o inevitável repórter. Não há nenhuma fatalidade\, apenas circunstâncias e oportunidades\, e os meios que encontram\, em conjunto\, para as aproveitar.\nEm ambas as margens deste rio\, são palhaços-bufões que falam com os seus respetivos “grommelots”. Não são mártires nem carrascos. Apenas vítimas\, sem “pathos”\, mas cheias de esperança\, cheias de vida\, apanhadas numa situação que se arrasta desde sempre. \nFicha Artística e Técnica\nCriação coletiva\, escrita por improvisação no palco | Movimento permanente de ida e volta entre a encenação e os atores\n|ENCENAÇÃO Thylda Barès |INTERPRETAÇÃO Victor Barrère (França)\, Andrea Boeryd (Suécia)\, Paul Colom (França)\, Manon Dumonceaux (Belgica)\, Vincent Leconte (França)\, Elizabeth Margereson (Inglaterra)\, Sencan Oytun Tokuç (Turquia) \nNota de intenção de encenação\n«Ser palhaço é um pouco como mergulhar num rio sem fundo» – François Cervantès\nEntão\, vamos aprender a nadar…\nNuma situação de emergência\, não há questionamentos\, antes ou depois\, sobre o porquê. Eles\, os fugitivos\, estão totalmente concentrados no que estão a fazer\, ou seja\, salvar a própria pele. São palhaços à civil\, um grupo sem hierarquia\, sem líder\, sem protagonismo ou papel principal\, que se divertem uns com os outros. Realizam um exercício de virtuosismo físico\, sempre no extremo\, num desequilíbrio constante para a frente. A situação impõe uma função aos personagens. Eles apoderam-se dela\, transformam-na e interpretam-na com a maior seriedade do mundo.\nNão julgamos aqueles que fogem\, nem aqueles que os impedem ou aqueles que tentam ajudá-los. Por outro lado\, faz-nos rir que os Guardas\, os Humanitários\, os Repórteres e os Feridos sejam\nos mesmos atores.\nNão há nada a discutir ou a negociar – então porquê\, ou melhor\, como falar claramente em seis línguas maternas diferentes?\nO grommelot impôs-se para vestir a linguagem dos corpos\, tal como a banda sonora veste a ação. A palavra só existe num lugar de necessidade absoluta. […]
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